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Melhorar o impacto da Produção Animal sobre o ambiente exige a acção
de uma vasta gama de participantes, incluindo agricultores, definidores
de políticas e público em geral. |
| Sensibilização
São apresentadas abordagens para criação de uma consciência
O desenvolvimento da consciencialização com o objectivo
de conseguir mais apoio do público e dos intervenientes é
apresentado como uma actividade para avaliação
e sensibilização ao nível da área utilizando
o toolbox |
Formação e Extensão
Os funcionários que usarem o toolbox, e que podem ter de fazer recomendações sobre a implementação das opções poderão necessitar de formação para se familiarizarem com os temas da Produção Animal e Ambiente e com o toolbox. O objectivo da utilização do toolbox é identificar e formular importantes temas da Produção Animal - Ambiente para serem considerados na definição participada de políticas e no planeamento, implementação, monitorização e avaliação de programas. Enquanto que em muitas circunstâncias a opção de melhorar o impacto da Produção Animal sobre o ambiente será uma intervenção política ou tecnológica, nalguns casos, formação adicional pode oferecer uma opção adicional ou alternativa. O Centro Virtual para a Investigação e Desenvolvimento sobre as Interacções entre a Produção Animal e o Ambiente melhora a comunicação e realça a importância das questões da investigação e desenvolvimento respeitantes às interacções entre a Produção Animal e o ambiente. O Centro Virtual opera a nível global com base na FAO. Mais informação:Produção Animal, Ambiente e Desenvolvimento (LEAD) No respeitante a preocupações com os impactos ambientais mais informação sobre métodos participativos e abordagens para formação e extensão pode ser encontrada em Centro de Recursos para a Aprendizagem e Acção Participativas em IIED com referências de mais de 2000 publicações de todo o mundo. No que diz respeito à definição participada de políticas, faz-se referência a uma brochura que explica o conceito de elaboração de uma agenda que tem sido aplicado com sucesso pelo Ministério Holandês da Agricultura, Gestão da Natureza e Pescas. O Centro Agrícola Internacional (www.iac-agro.nl)
dirige um Curso Internacional sobre as Interacções Produção Animal
-Ambiente criado para os definidores das políticas e planificadores.
Carregue aqui para mais informação.
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Formação, Extensão e Sensibilização: três formas de intervenção baseadas na comunicação.
O significado está nas pessoas
Formação, Extensão e Sensibilização são tudo formas de comunicação orientadas para a mudança nas quais um mensageiro ou uma fonte enviam mensagens para um ou mais receptores com o propósito explicito de estabelecer uma alteração do conhecimento, das atitudes e, finalmente, do comportamento ou formas de actuação dos referidos receptores. Um modelo simples do processo de comunicação é apresentado no diagrama seguinte.
O modelo é constituído por oito elementos e se houver uma falha em qualquer deles resultará numa falta de comunicação em vez de comunicação:O modelo de comunicação SMCRE
Além do que foi dito acima, existe contudo um problema de comunicação muitas vezes ignorado especialmente em situações em que o mensageiro pretende desesperadamente modificar os conhecimentos, atitudes ou formas de trabalhar dos seus receptores. Nestas situações o mensageiro pode estar tão desejoso de fazer os receptores mudar que não se apercebe que estes usam uma 'linguagem' ou uma 'chave' para descodificar a sua mensagem, completamente diferente da sua. Seguem-se alguns exemplos:
O círculo de intervenção.
Formação, extensão e consciencialização
são intervenções que se baseiam na comunicação
com o objectivo de produzir alterações numa situação
existente. Não, para sermos claros, na situação do formador,
do agente de extensão ou do administrador responsável por iniciar
o processo de intervenção, mas naquela do parceiro ao qual o programa
é dirigido: os seus 'beneficiários', 'clientes' ou 'grupo alvo'.
O círculo de intervenção acima apresentado mostra os elementos que todos os programas de intervenção têm em comum:
O círculo de intervenção olha o processo de intervenção na perspectiva do grupo alvo. O grupo alvo é o elemento central do diagrama, as linhas de ligação do círculo significam que para um programa bem sucedido os outros elementos a) precisam de ser ajustados às condições, necessidades e preferências dos membros do grupo alvo e b) precisam de apresentar um elevado grau de coerência mútua e de interdependência.
A utilidade do círculo como instrumento para a rápida análise
de um programa de intervenção ou, como se discutirá mais
adiante, de um programa de comunicação, depende da forma como
estão descritos os vários elementos no círculo. As descrições
deverão ser tão precisas e pormenorizadas quanto possível,
especialmente as do grupo alvo e das finalidades e objectivos do programa. Por
exemplo:
O círculo de intervenção foi originalmente criado para analisar as actividades de comunicação e extensão. A sua configuração original era a seguinte:
Em princípio, o círculo de intervenção acima apresentado
funciona exactamente da mesma maneira como aquele que mostrámos antes.
No contexto deste capítulo, é fácil observar que os grupos
alvo de um programa de formação são diferentes dos programas
de extensão ou de sensibilização do público, como
também é claro que um programa de sensibilização
dirigido às populações rurais será diferente de
um que seja feito para áreas urbanas. Quanto mais detalhadas e precisas
forem as descrições do grupo alvo a abranger pelo programa e as
finalidades e objectivos que este pretende conseguir, mais fácil é
produzir as mensagens, os meios de comunicação e os meios de informação
e a organização do programa que sejam mais adequados para comunicar
eficazmente com esse grupo.
Consciencialização ao Nível das Políticas
Antecedentes
No geral existe uma preocupação crescente com o impacto das actividades humanas sobre o ambiente. No que a isto diz respeito, a percepção popular é que a Produção Animal e o processamento dos produtos desta actividade estão associados com efeitos ambientais negativos, enquanto que as funções positivas da Produção Animal são muitas vezes negligenciadas, tal como a conversão dos pastos e resíduos em alimentos de alta qualidade e a sua contribuição para uma agricultura sustentada e para a segurança alimentar. A concentração nos sintomas de degradação ambiental em vez da concentração nas suas causas reais provocou muitos pontos de vista ambíguos e diferentes tanto do público como dos políticos.
Uma perspectiva mais equilibrada da Interacção Produção Animal - Ambiente é apresentada em " Produção Animal & Ambiente, à procura de um equilíbrio" e "Produção Animal & Ambiente, questões e opções". Com base nestes relatórios desenvolveu-se o toolbox como um meio e uma fonte de informação para avaliar questões e opções numa situação determinada.
Tanto os relatórios como o 'toolbox' foram elaborados para contribuir para a solução de um dos cruciais dilemas da agricultura na actualidade: como encontrar um equilíbrio entre uma procura de alimentos em rápido crescimento e a necessidade de manter a base natural de recursos de terra, água, ar e diversidade biológica. Como tal, eles são importantes fontes de informação para a criação de uma maior consciencialização pública e política sobre as interacções Produção Animal - Ambiente no contexto da elaboração das políticas, e do planeamento, implementação, monitorização e avaliação de projectos. A informação é apresentada no 'toolbox' num formato criado para ajudar aqueles a quem cabe a definição das políticas, a obterem uma perspectiva mais equilibrada.
Uma opção para aumentar o grau de consciencialização dos políticos sobre estas questões é organizar um "workshop" nacional, baseado no "toolbox" com o objectivo não só de criar maior consciência mas também de ajudar na abordagem da situação real no país. Para fazer a apresentação das questões e do toolbox aos participantes, foi elaborada uma apresentação dos pontos mais importantes e de forma condensada. mais detalhes sobre como utilizar o toolbox são apresentados num manual, , que inclui um diagrama da estrutura. O texto que se segue apresenta sugestões para um "workshop" nacional.
Estas sugestões descrevem o formato de um workshop nacional a ser organizado com o objectivo geral de minimizar as interacções negativas e desenvolver as interacções positivas da Produção Animal sobre o ambiente, na perspectiva de uma procura crescente de produtos de origem animal e um aumento da pressão provocada pelo crescimento populacional e pelas actividades Produção Animals sobre os recursos naturais básicos.
1. Objectivos do "Workshop"
Os principais participantes do workshop deveriam ser os definidores das políticas dos ministérios / departamentos de:
4. Organização
Uma Organização Nacional de Investigação poderia organizar o "workshop". Como organização tem uma posição mais neutral em relação ao assunto, tem as instalações e pode providenciar os moderadores necessários e o pessoal para organizar o "workshop". Os especialistas poderiam preparar e apresentar introduções sobre o tema.
5. Programa do "Workshop"
5.1 Introdução
- Objectivos e programa do "workshop"
Grupos de participantes utilizarão o "toolbox" para identificar áreas com potencialidades para aumentar as interacções positivas da Produção Animal sobre o ambiente e / ou minimizar os impactos negativos. Em geral estas potencialidades são maiores em áreas onde há um crescimento na Produção Animal ou onde existe uma crise devida à degradação do ambiente.
Na perspectiva de futuras intervenções parece lógico estudar a situação por área administrativa (região, distrito) ou por área sob autoridade especial (município, bacia hidrográfica, grandes esquemas de regadio, etc.).
Uma avaliação detalhada exige o envolvimento dos parceiros interessados, posto que as opções para realçar as interacções positivas e / ou minimizar as negativas requerem geralmente investimentos adicionais e / ou um aumento dos custos de produção. Por isso se recomenda seleccionar numa primeira fase aquelas áreas onde existe uma alguma garantia de que os instrumentos e os conhecimentos sejam disponibilizados para apoiar os agricultores e as comunidades a investir em novas práticas agrícolas e ajustar a gestão comunitária dos recursos naturais, para assegurar a sua participação.
Os resultados deste exercício incluirão uma listagem das áreas que necessitam de uma avaliação mais detalhada. Esta avaliação não pode ser realizada a nível central mas deve ser feito ao nível da área por planificadores, especialistas sectoriais responsáveis pela área e pelos parceiros envolvidos. Isto exigirá tempo e meios para cumprir esta tarefa.
5.3 Discussão e Conclusões
Discutem-se os resultados, tentando delinear uma lista de acções como segue:
A discussão pode dar origem a conclusões, mas os participantes
poderão também necessitar de mais tempo para reflexão e
consultas com os seus departamentos. Neste caso deveria fixar-se uma data e
uma agenda de trabalho para uma próxima reunião.
Avaliação da Interacção Produção Animal Ambiente ao Nível de uma Área
Antecedentes
Mudanças recentes na organização governamental resultaram na descentralização do planeamento e da implementação dos programas para níveis regionais: distritos, autoridades gestoras de bacias hidrográficas, etc. Consequentemente o centro está cada vez mais na informação e na comunicação com os níveis mais baixos da administração para a definição das suas políticas e do planeamento das medidas condutoras do desenvolvimento.
Assumimos que o centro tem
Em casos específicos poderá ser necessário identificar intervenções que abordem especificamente questões da Produção Animal - Ambiente. Os resultados da avaliação podem ser usados para formular uma proposta de programa para essas intervenções.
O processo é composto pelos passos seguintes
1. Formação de uma equipa
Forma-se uma equipa multidisciplinar ao nível da área em estudo. Os membros que constituem o seu núcleo são:
Treino no uso do "toolbox" por um responsável familiarizado com a sua utilização.
Durante o trabalho a equipa é também responsável pela
consciencialização e comunicação com os parceiros
interessados e com o público na área de intervenção.
2. Consciencialização ao nível da área
Desde o princípio os funcionários que trabalham na área deverão ser envolvidos na preparação de informação para a criação de uma consciência, porque são os melhor colocados para descrever as condições específicas e a situação na área.
Eles podem necessitar de contribuições daqueles a quem compete a definição de políticas ou dos investigadores para expor as preocupações do governo, p. ex. uma entrevista na rádio com um alto responsável.
Em geral, os parceiros interessados e o público conhecem bem os principais
impactos da Produção Animal no ambiente e as causas subjacentes.
A consciencialização deveria por isso assentar neste conhecimento geral e concentrar-se sobre
A disseminação de informação poderia ser feita por meios de comunicação públicos como a rádio e a TV ou em jornais incluindo os nomes dos centros onde as pessoas poderão obter mais informação.
Um método útil é dar informação através de entrevistas e reuniões. A disseminação de informação é o primeiro passo para a comunicação com o público e com os parceiros.
A comunicação tem dois sentidos, e devemos estar preparados para
ouvir e responder a perguntas, comentários e pedidos de mais informação.
O serviço público de extensão pode desempenhar o papel
de centro de comunicação para os parceiros individuais e para
o público, o gabinete coordenador (i.e. gabinete de planificação)
para a organização local e empresas / indústrias.
Em simultâneo com a implementação do programa, o serviço de extensão e o gabinete coordenador cumprirão a sua função como centro de comunicação para criar maior consciencialização e apoiar a comunicação com os parceiros, o público e os meios de comunicação social.
Chamada de atenção
Se a estratégia consiste em preparar questões e opções para serem consideradas em acções já existentes de definição participativa de políticas e de planificação de programas então a responsabilidade de responder às reacções dos parceiros intervenientes e do público, pode ser partilhada com os responsáveis por aquelas acções.
Se a estratégia é preparar uma intervenção especificamente
ligada às interacções Produção Animal - Ambiente então
a equipa deveria estar preparada para assumir toda a responsabilidade.
3. Avaliação usando o "toolbox"
3.1. Sistemas
Antes de usarem o "toolbox" os membros deveriam primeiro entrar em acordo sobre quais os principais sistemas de Produção Animal na área em questão. A seguir devem procurar semelhanças entre os sistemas reais e aqueles descritos no "toolbox". Os sistemas reais podem muito bem ser combinações de sistemas do "toolbox". Os utilizadores deveriam então considerar todos os sistemas do "toolbox" presentes nessa combinação.
Para identificar os sistemas pecuários que interessam podem fazer uso
dos seus próprios conhecimentos e perspicácia e da informação
que lhes chega por relatórios de projectos, estudos investigação,
etc..
Tendências de desenvolvimento
Se a área está a sofrer mudanças rápidas, isto pode resultar numa alteração dos parceiros envolvidos e num aumento ou numa diminuição de
Resultados:
Os riscos e benefícios ambientais por sistema são avaliados utilizando o quadro de riscos e benefícios do "toolbox". As preocupações principais são:
- uma série de riscos e benefícios ambientais por sistema
3.3. Causas subjacentes
O passo seguinte é rever, para cada sistema, as causas subjacentes por factor ambiental e a correspondente matriz em Força Motriz - Situação - Resposta.
Resultados
Com os resultados obtidos, a equipa deve ser capaz de seleccionar os sistemas e / ou as áreas e os parceiros envolvidos, a considerar mais profundamente.
Os resultados da avaliação devem ser verificados com os parceiros ao nível da exploração e da comunidade através de consultas e PRAs.
O objectivo é chegar a uma visão comum dos riscos / benefícios ambientais e das causas subjacentes.
Estas sessões servem entretanto como preparação para a
discussão das opções políticas e tecnológicas
para minimizar as interacções negativas e aumentar as interacções
positivas da Produção Animal ambiente, que constitui o passo seguinte.
Resultados
- sistemas e parceiros identificados e preparados para discussão
das opçõe
4. Identificação das opções com os parceiros
Tal como para os sistemas de produção, as presentes ideias entre os membros da equipa e os parceiros envolvidos devem ser avaliadas, antes de serem comparadas com aquelas sugeridas pelo "toolbox". Não é recomendável que o processo decorra na sequência inversa, pois poderá facilmente provocar a escolha de opções que não são completamente compreendidas / partilhadas pelos parceiros e pelas comunidades.
Identificação de opções juntamente com os parceiros
e as comunidades através de PRA.
Temos opções de políticas
(incluindo institucional),opções técnicas
e opções de formação profissional.
Muitas das opções de política têm em consideração regras e regulamentos relativos ao uso dos recursos naturais. Estes provocam muitas vezes custos de produção adicionais para os utilizadores. Por isso estas políticas só podem ser eficazes quando as regras, regulamentos e sanções são aceites e respeitadas pelos utilizadores. Em geral a melhor maneira de o conseguir é pelo envolvimento de organizações dos parceiros e das comunidades locais na implementação destas regras e regulamentos. (ver aprendizagem participativa)
Opções técnicas
As opções técnicas dizem respeito principalmente a intervenções que podem ser adoptadas pelos produtores para melhorarem a Produção Animal /gestão da exploração. Os parceiros principais são os produtores e as indústrias de transformação. Serviços privados e públicos e a comunidade podem estar envolvidos, ao serem responsáveis pela manutenção e criação de um ambiente favorável à produção e processamento.
Resultados:
- uma visão comum, partilhada pelos parceiros e pelas comunidades, das opções políticas e /ou técnicas possíveis de serem aplicadas para realçar os impactos positivos e minimizar os impactos negativos da Produção Animal sobre o ambiente.
Das opções à acção.
As opções tornam-se agora propostas a considerar na definição participada de políticas e no planeamento de programas. No planeamento de programas devemos incorporar indicadores e meios para monitorização e avaliação.
Conseguir o apoio necessário pode exigir, uma vez mais, um esforço de consciencialização dos responsáveis das organizações de supervisão e financiamento dos vários programas que podem / devem participar. Isto pode exigir também o apoio das autoridades a um mais alto nível.
Em casos específicos podem ser necessárias intervenções
que abordem especificamente questões da Produção Animal - Ambiente. Os
resultados da avaliação podem ser usados para formular uma proposta
de projecto para tais intervenções, i.e. usando a linha de orientação
da U.E. para Gestão do Ciclo de um Projecto.
Resultados:
O Centro Virtual de Investigação
e Desenvolvimento para as Interacções entre a Produção Animal
e Ambiente
O Centro Virtual da Iniciativa para a Produção Animal, Ambiente e Desenvolvimento fornece às comunidades e autoridades locais, regionais e nacionais alternativas tecnológicas e suas exigências políticas para sistemas terra - Produção Animal - alimentação humana que satisfazem as necessidades de curto prazo de comida, forragem, fibra e combustível assim como as necessidades a longo prazo de serviços ambientais; e disponibilizam a quem toma as decisões políticas os conhecimentos de que necessitam para desenvolver e promulgar políticas que encorajem o desenvolvimento e o uso de sistemas sustentados, terra - Produção Animal - alimentação humana. Podem encontrar mais informação em: Produção Animal, Ambiente e Desenvolvimento (LEAD)
As funções do Centro Virtual são:
Aprendizagem Participativa e Colectânea
de Acções
O Centro para Recursos IIED é um serviço especial para aqueles que procuram informação prática e apoio em todos os aspectos da investigação sobre metodologias participativas com um particular enfoque na sua aplicação e integração em estruturas institucionais. Podem encontrar mais informação em: http://www.iied.org/resource/
Esta crescente colecção inclui material sobre todos os principais
aspectos das abordagens participativas por todo o mundo. A documentação
consiste principalmente em trabalhos não publicados, estudos sobre casos
específicos e relatórios, e descrições de factos
em mais de dez línguas diferentes. Novos assuntos são acrescentados
à colecção todos os meses.
Conceito de Elaboração de uma Agenda na Feitura das Políticas
O conceito de elaboração de uma agenda na feitura de políticas combina métodos Avaliação Participativa Rápida e a participação dos parceiros na tomada e implementação de decisões num contexto de um mundo em mudança e da alteração do papel desempenhado pelo governo. Como tal pode muito bem servir para abordar as questões da Produção Animal - ambiente na política e na prática.
A introdução, explanação do conceito de elaboração
de uma agenda e o prefácio apresentados a seguir estão na brochura
"Uma preocupação e um sonho". Esta brochura é
a tradução da brochura "Een droom en een zorg", uma
descrição da aplicação do conceito de elaboração
de uma agenda num caso ilustrativo, publicado pelo Ministério Holandês
da Agricultura, Gestão da Natureza e Pescas (LNV) em 1998. A versão
inglesa estará disponível até final de Dezembro de 1999.
Está em preparação uma versão electrónica
numa página da net.
Distribuição: Ministério Holandês da Agricultura,
Gestão da Natureza e Pescas. http://www.minlnv.nl/international/
Centro Agrícola Internacional, Wageningen, Holanda. http://www.iac-agro.nl/
A introdução e explanação do conceito de elaboração de uma agenda pode também ser visionado na forma de um arquivo Acrobat pressionando o icon.