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Escritório Regional da FAO para a América Latina e o Caribe

Brasil desapareceu do mapa da fome como resultado da decisão política

“Este resultado não é uma casualidade”, afirma o Secretário Executivo do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), na FAO.

O Diretor Geral da FAO e o Secretário Executivo comemoram o desaparecimento do Brasil no Mapa da Fome.

13 de outubro de 2014, Roma – O Diretor Geral da FAO, José Graziano da Silva, encontrou-se hoje com o Secretário Executivo do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome do Brasil, Marcelo Cardona, que está em Roma para participar do Comitê de Segurança Alimentar (CSA), que começou nesta segunda-feira na sede da Organização.

Os excepcionais avanços realizados pelo Brasil na luta contra a fome e a insegurança alimentar foram o ponto central da reunião. “Aqui é onde estamos agora, fora do Mapa da Fome da FAO”, destacou o Secretário Executivo Cardona, em declarações após o encontro.

“Este resultado alcançado pelo Brasil não é uma casualidade”, afirmou o Secretário. “É fruto de um grande esforço e de uma decisão política do governo brasileiro, que investiu nos mais pobres por meio de políticas que realmente podem contribuir para a redução da fome”.

Cardona destacou o “conjunto de ações do sistema de segurança alimentar e nutricional articulado com políticas de transferência condicionada de renda”, citando como exemplos o programa Bolsa Família e o benefício de prestação continuada, destinado à população de mais baixa renda.

"É com esse conjunto de políticas articuladas unidas às ações em torno da agricultura familiar que o Brasil chegou a superar a pobreza extrema e a deixar o mapa da FAO", acrescentou o Secretário Executivo do MDS.

Apoio à agricultura familiar

Cardona explicou também as iniciativas que o Governo do Brasil desenvolve para facilitar o acesso ao crédito, proporcionar a assistência técnica e dar mais segurança aos agricultores familiares.

Cooperação Sul-Sul

“O Brasil tem um conjunto de experiências que pode compartilhar e tem absoluto interesse em conhecer outras políticas que podem nos ajudar a desenvolver as que executamos internamente”, afirmou Cardona em relação aos programas de Cooperação Sul-Sul que o país apoia nos países africanos e nos da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), entre outros.

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