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FAO no Brasil

Brasil em resumo

O Brasil tem uma vasta extensão territórial e por isso é considerado o maior país da América do Sul e da região da América Latina. A nível mundial, o país é o quinto maior em área territorial (equivalente a 47% do território sul-americano) e em população, com mais de 202 milhões de habitantes. É o único país na América onde se fala majoritariamente a língua portuguesa e o maior país lusófono do planeta, além de ser uma das nações mais multiculturais e etnicamente diversas, em decorrência da forte imigração oriunda de várias partes do mundo.

O Brasil faz fronteira ao norte com a Venezuela, a Guiana, o Suriname e com o departamento ultramarino francês da Guiana Francesa; ao noroeste com a Colômbia; ao oeste com a Bolívia e o Peru; ao sudoeste com o Paraguai e ao sul com a Argentina e o Uruguai.

A economia brasileira é a maior da América Latina e do Hemisfério Sul, e ocupa a sétima maior economia do mundo, tanto nominalmente quanto por paridade do poder de compra (PPC), de acordo com o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial. O PIB per capita atual é de 15.153 dólares (2014). Ativo em setores como mineração, manufatura, agricultura e serviços, o Brasil tem uma força de trabalho de mais de 107 milhões de pessoas (6ª maior do mundo) e a taxa de desemprego é de 6,2% (64º no mundo).

O país é membro fundador da Organização das Nações Unidas (ONU), G20, Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), União Latina, Organização dos Estados Americanos (OEA), Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI), Mercado Comum do Sul (Mercosul) e da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), além de ser um dos países BRIC. O Brasil também é o lar de uma diversidade de animais selvagens, ecossistemas e de vastos recursos naturais em uma grande variedade de habitats protegidos.

Segurança Alimentar

Em 2014, o Brasil saiu do Mapa Mundial da Fome. Os dados foram revelados pelo relatório o Estado da Insegurança Alimentar no Mundo da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

A FAO considerou dois períodos distintos para analisar a subalimentação no mundo: de 2002 a 2013 e de 1990 a 2014. Segundo os dados analisados, entre 2002 e 2013, caiu em 82% o número de brasileiros em situação de subalimentação. A organização aponta também que, entre 1990 e 2014, o percentual de queda foi de 84,7%.

O relatório mostra que o Indicador de Prevalência de Subalimentação, medida empregada pela FAO há 50 anos para dimensionar e acompanhar a fome em nível internacional, chegou a nível menor que 5% no Brasil.

Entre as ações que contribuíram para o alcance desse objetivo estão: políticas de segurança alimentar e nutricional como a transferência condicional de renda tendo como exemplos o programa Bolsa Família e o benefício da prestação continuada. Também é importante destacar o apoio à agricultura familiar com ações que visam facilitar o acesso ao crédito, prestar assistência técnica e proporcionar maior segurança aos agricultores familiares.