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L’éducation nutritionnelle comme stratégie pour renforcer les agriculteurs familiaux et améliorer l’alimentation et l’état nutritionnel des populations

Étant donné le rôle que joue l’agriculture familiale à l’échelle mondiale dans les domaines de la sécurité alimentaire et de la nutrition, l'Assemblée générale des Nations Unies a déclaré 2014 Année internationale de l’agriculture familiale (AIAF). En Amérique latine et dans les Caraïbes, l’agriculture familiale représente jusqu’à 80 % des exploitations agricoles et plus de la moitié de la production de nourriture dans certains pays. L’agriculture familiale constitue ainsi la principale source de travail agricole et rural. Cependant, les exploitants les plus pauvres sont confrontés à de graves problèmes socioéconomiques et, dans certains cas, nutritionnels. C’est pour ces raisons qu’il est important de favoriser un développement plus équitable et équilibré en cernant des opportunités et modalités efficaces de soutien aux exploitants agricoles familiaux.

Dans le cadre de l’Année internationale de l’agriculture familiale, la FAO a défini l’agriculture familiale comme « un mode d'organisation dans lequel la production agricole, forestière, halieutique, pastorale ou aquacole qui, sous la gestion d’une famille, repose essentiellement sur de la main-d’œuvre familiale, aussi bien les hommes que les femmes. La famille et l'exploitation agricole sont liées, évoluent ensemble et remplissent des fonctions économiques, environnementales, sociales et culturelles » (FAO, Année internationale de l’agriculture familiale 2014 : Master Plan).

Par ailleurs, l’éducation nutritionnelle est le processus par lequel on donne aux personnes et aux sociétés les moyens d’adopter volontairement des pratiques alimentaires et des styles de vie sains pour leur permettre d’améliorer leur état nutritionnel et leur santé tout en respectant les habitudes alimentaires locales et l’environnement.

Dans un environnement propice à l’adoption de pratiques alimentaires saines, l’éducation nutritionnelle permet d’améliorer les habitudes alimentaires des familles, notamment le choix, l’achat, la préparation, la distribution intrafamiliale et l’utilisation des aliments. L’éducation nutritionnelle peut également contribuer à la diversification des cultures, à la promotion et à l’utilisation d’aliments traditionnels, ainsi qu’à la protection de la biodiversité et des pratiques culinaires traditionnelles. C’est ainsi qu’elle est reconnue comme une stratégie qui sert de catalyseur dans les programmes et les interventions de sécurité alimentaire et nutrition.

Appliquée à l’agriculture familiale, l’éducation nutritionnelle offre un potentiel considérable pour améliorer l’alimentation et l’état nutritionnel des familles productrices ainsi que de la communauté et des populations qui bénéficient de leurs exploitations.

Par ailleurs, au vu de l'exposition croissante des populations à l'offre et à la publicité de produits alimentaires transformés ayant une faible valeur nutritionnelle, l’éducation nutritionnelle joue un rôle important. Elle renforce l’autonomie des consommateurs à faire de choix alimentaires sains, qui incluent des aliments locaux, frais et riches en nutriments.

Cette discussion en ligne a pour objectif de cerner des leviers d’action et initiatives potentiels dans le cadre desquels l’éducation nutritionnelle permettrait d’améliorer l’alimentation des familles productrices ainsi que de créer une demande pour des produits nutritifs locaux, générant ainsi des revenus pour ces familles tout en améliorant l’état nutritionnel des populations.

Nous invitons les participants à baser leurs contributions sur les questions suivantes :

1. Quels sont les programmes nationaux et régionaux actuellement en place pour améliorer la qualité de l’alimentation et la diversité du régime alimentaire des familles agricultrices ?

a. Quelles ont été les stratégies d’éducation et de communication utilisées dans ces programmes ?

b. Quelles sont les principales barrières et bonnes pratiques qui ont été identifiées ?

c. Quelles autres stratégies présentent également un potentiel ?

2. Comment l’éducation nutritionnelle peut-elle favoriser l’accroissement de la demande de produits locaux à haute valeur nutritionnelle issus de l’agriculture familiale en vue d’améliorer la diversité du régime alimentaire des populations et de protéger les aliments traditionnels et la culture alimentaire locale ?

a. Quels sont les programmes existants dans la région dans ce domaine?

b. Quelles sont les principales barrières et bonnes pratiques qui ont été identifiées

c. Quelles autres stratégies présentent également un potentiel ?  

Cette discussion s’inscrit dans le cadre des objectifs de la deuxième Conférence internationale sur la nutrition (CIN2), une réunion intergouvernementale de haut niveau sur la nutrition, organisée conjointement par la FAO et l’OMS, qui se tiendra du 19 au 21 novembre 2014 au siège de la FAO, à Rome. De la CIN2 devraient émaner deux documents : une déclaration politique et un cadre d’action. Pour en savoir plus sur la CIN2, veuillez consulter www.fao.org/ICN2

Nous vous encourageons à nous faire part de vos expériences et de vos avis en la matière, et nous espérons que cette discussion sera d’un grand intérêt pour tous les participants.

Nous vous remercions d’ores et déjà de votre participation.

Les facilitateurs,

Sonia Olivares

Byron Jara

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Coordenação Geral de Educação Alimentar e Nutricional

Evolução da Educação Alimentar e Nutricional nas políticas públicas de Segurança Alimentar e Nutricional no Brasil

No Brasil as políticas públicas voltadas ao alcance da Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) são ações e estratégias do Estado brasileiro voltadas para garantir o Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA). Para isso, são planejadas, desenvolvidas, monitoradas e avaliadas, respeitando e adotando os princípios dos direitos humanos.

Para garantir a coordenação das diversas ações de SAN instituído, por meio da lei orgânica Lei nº 11.346/2006 (LOSAN) o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN). Este é um sistema público legalmente instituído por lei que reúne diversos setores de governo e da sociedade civil com o propósito de promover o DHAA, em todo o território nacional.

A Educação Alimentar e Nutricional é uma das diretrizes da Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Decreto no. 7.272/2010). Ainda em 2010, a partir de demandas da sociedade brasileira presentes nas deliberações da 4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) a Educação Alimentar e Nutricional foi incorporada como um Objetivo do Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – PlanSAN (2011/2015), ou seja, é um dos desafios postos no âmbito do planejamento de governo para o período.

A educação alimentar e nutricional (EAN) é reconhecida como uma das principais estratégias para a promoção da alimentação adequada e saudável no Brasil.

1.      Cuáles son los programas nacionales y regionales existentes para mejorar la calidad de la alimentación y la diversidad de la dieta de las familias agricultoras?

Principais ações de Educação Alimentar e Nutricional realizadas pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, estabelecidas no Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – PlanSAN (2011/2015)

1.1  Organizar uma rede de apoio às ações de Educação Alimentar e Nutricional no Brasil.

A rede virtual Ideias na Mesa (http://www.ideiasnamesa.unb.br/), lançada em 30 de novembro de 2012 tem a missão de apoiar, difundir e estimular a prática da Educação Alimentar e Nutricional no país.

Tem como público profissionais que atuam com Educação Alimentar e Nutricional nas redes de Assistência, Saúde, Educação, bem como a sociedade civil. A rede também encontra-se disponível na versão espanhol, basta acessar: http://www.ideiasnamesa.unb.br/index.php?r=site/index&language=es.

A rede possui um site de compartilhamento de experiências, o Ideias na Mesa, onde são publicadas notícias sobre o tema, matérias por meio do blog e também dispõe de uma biblioteca com publicações, artigos, vídeos e cursos produzidos pela própria rede. Atualmente conta com mais de 3567 usuários, 150 experiências cadastradas e em média 56 mil visualizações da página do Facebook da rede por dia.

No ano de 2013 foram publicadas duas revistas eletrônicas. A primeira tratou do tema de desperdício de alimentos e a segunda sobre obesidade. Em 2013 foi publicada a terceira edição, que abordou o tema Alimentos Orgânicos.

Os hangouts, ou bate-papos on-line, têm sido ainda outra importante ferramenta utilizada pela rede para gerar reflexão e debate sobre os desafíos e o aprimoramento das práticas de EAN. Também para valorizar e divulgar algumas das experiências que foram compartilhadas neste primeiro ano de atividades. Todos estes materiais estão disponíveis para consulta na conta da rede no Youtube (https://www.youtube.com/channel/UCOR_8-9IZdhyPyKpJn7-4Cg).

Além destas ferramentas, os usuários também têm acesso a cursos. O primeiro lançado foi o Curso Educação Alimentar e Nutricional uma estratégia para a promoção do Direito Humano à Alimentação Adequada, cujo  objetivo é promover o Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA) por meio de ações de Educação Alimentar e Nutricional (EAN).

Ainda em 2014 serão lançados dois cursos de autoaprendizagem, a 4ª edição da revista e um evento de comemoração de dois anos da rede que será transmitido ao vivo.

1.2  Apoio à realização de ações de Educação Alimentar e Nutricional nos serviços socioassistencias

Para apoiar a realização de ações de Educação Alimentar e Nutricional com as famílias atendidas pelos 7.800 Centros de Referência em Assistência Social, distribuídos pelos 5.570 municípios brasileiros, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) publicou os Cadernos de Educação Alimentar e Nutricional: o direito humano à alimentação adequada e o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários.

A publicação tem por objetivo subsidiar o trabalho dos profissionais que atuam nos serviços socioassistenciais no que se refere à abordagem da temática da Educação Alimentar e Nutricional (EAN).

Além dos Cadernos está sendo desenvolvido um curso a distância pela rede Ideias na Mesa que irá apoiar os profissionais na implementação de ações de Educação alimentar e Nutricional na rede socioassistencial. O curso será lançado no segundo semestre de 2014. (http://www.mds.gov.br/segurancaalimentar/educacao-alimentar-e-nutriciona...).

1.3  Qualificação da demanda por alimentos pelas entidades que recebem doação

no âmbito do Programa de Aquisição de Alimentos

Criado em 2003, o Programa de Aquisição de Alimentos integra o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN), bem como o eixo Inclusão produtiva do Plano Brasil Sem Miséria, sendo reconhecido como uma ação de estruturação da capacidade de produção da agricultura familiar e de promoção do acesso a alimentação adequada e saudável. Basicamente, o programa viabiliza a compra institucional de alimentos da agricultura familiar por entidades da rede sociassistencial, equipamentos públicos de segurança alimentar e nutricional dentre outras instituições públicas sem a necessidade de licitação.

A qualificação da demanda de alimentos da agricultura familiar por parte das unidades recebedoras (entidades da rede socioassistencial, equipamentos públicos de segurança alimentar e nutricional e, em condições especificas definidas pelo Grupo Gestor do PAA, a rede pública e filantrópica de ensino) é um ponto crucial para o alcance progressivo do Direito Humano a Alimentação Adequada (DHAA).

Diante deste desafio, a CGEAN está elaborando um Manual de Qualificação da Demanda de Alimentos da Agricultura Familiar para entidades da rede socioassistencial com o objetivo de contribuir para oferta de alimentação adequada e saudável às pessoas atendidas pelo PAA. A estratégia também prevê a oferta de curso a distância por meio da rede Ideias na Mesa. Esta ação tem por objetivo valorizar a agricultura familiar local, reconhecendo a importância destes atores na oferta da alimentação diversificada e sustentável.

1.4  Apoio à realização de ações de Educação Alimentar e Nutricional voltadas às famílias do Programa Bolsa Família

Considerando a necessidade de integração entre os setores afetos ao tema da Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) e a Educação Alimentar e Nutricional (EAN) como uma das estratégias para a garantia do Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA), o curso tem por objetivo potencializar a oferta de serviços públicos qualificados aos beneficiários do Programa Bolsa Família (PBF) e estimular o trabalho entre profissionais que atuam no PBF nos diferentes setores (assistência social, saúde e educação).

Assista ao vídeo http://www.ideiasnamesa.unb.br/index.php?r=noticia/view&id=402 elaborado pelos gestores do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Ministério da Educação (MEC) e Ministério da Saúde (MS), em que estimulam gestores ou profissionais, envolvidos direta ou indiretamente com o PBF nas três áreas, a participarem do curso. Cerca de 3.400 profissionais/gestores se inscreveram para o curso que inicia ainda este mês.

1.5  Apoio a realização de estratégias educativas e de mobilização para promoção de práticas alimentares adequadas e sustentáveis entre o público jovem

As ações têm por objetivo a elaboração de materiais educativos em colaboração com os jovens, envolvendo movimentos sociais de juventude do Brasil, inclusive da juventude rural.

Os jovens têm demosntrado interesse sobre questões relacionadas à alimentação saudável e à sustentabilidade social, ambiental e econômica. Esse fato oferece a oportunidade para o desenvolvimento de ações de EAN que abordem a questão alimentar de modo ampliado, considerando as múltiplas dimensões da alimentação e valorizando a agricultura familiar.

1.6  Apoio a atuação de profissionais da área de alimentação e nutrição em agendas intersetoriais

Apoiar a atuação de profissionais da área de alimentação e nutrição no Brasil em agendas intersetoriais como implementação do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN), fomento ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) – compras institucionais, e Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), os quais potencilizam a produação da agricultura familiar, a valorização dos agricultores, a diversificação da produção e a sociobiodiversidade, contribuindo para o alcance do Direito Humano a Alimentação Adequada (DHAA).

1.7  Apoio a atuação de profissionais da área de alimentação e nutrição em agendas intersetoriais

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome realizou compra institucional da agricultura familiar por meio da Campanha Brasil Orgânico e Sustentável. A campanha tem como objetivo chamar a atenção de consumidores e empresários atacadistas para os produtos da agricultura familiar e as vantagens dos produtos orgânicos e de comércio justo para a vida das pessoas e do planeta. Assim, ao mesmo tempo em que incentiva o consumo, a campanha estimula a demanda desta produção e sua comercialização, gerando renda e inclusão produtiva.

Durante a Copa do mundo, foram comprados diversos produtos que foram distribuídos aos voluntários que trabalharam no evento. Também nesse período, alguns empreendimentos da agricultura familiar e de produção orgânica puderam comercializar seus produtos em quiosques distribuídos em dez das doze cidades Sede da copa.

Por meio desta ação busca-se a valorização da agricultura familiar brasileira divulgando sua atuação, importância e seus produtos, assim como auxiliando na estruturação de sua cadeia de produção e comercialização.

c. ¿Qué otras estrategias tendrían potencial?

O Brasil possui uma série de políticas públicas que valorizam a agricultura familar como: Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar- PRONAF, Plano Agrícola, Programa de Agroindústria, Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural, Programa de Garantia de Preços da Agricultura Familiar, Programa de Fomento, Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Pnapo), além do já referido PAA e do Programa Nacional de Alimentação Escolar que instituiu que 30% do recurso destinado à alimentação escolar devem ser aplicados  compra de alimentos da agricultura familiar.

Tem se observado que as políticas públicas brasileiras avançaram no que se refere a valorização do agricultor familiar como ator chave no desenvolvimento de sistemas alimentares sensíveis a nutrição. Entretanto, ainda faz-se necessário o desenvolvimento de ações de Educação Alimentar e Nutricional específicas aos agricultores familiares.

Elisabetta Recine university, Brazil
23.07.2014
Elisabetta Recine

Estimados (as), hemos desarrollado un esfuerzo en Brasil para expandir y calificar las acciones de educación alimentaria y nutricional. Entre las estrategias desarrolladas esta la divulgación de un Marco de Referencia para la Educación Alimentaria y Nutricional  para las Políticas Públicas y la creación de un sitio web. Los principios adoptados en el Marco tiene como objetivo ampliar el alcance de la EAN para las diferentes etapas del sistema alimentario más allá del consumo.  La red Ideias na Mesa fue creada para promover el intercambio de experiencias de EAN vividas en Brasil y establecer referenciales técnicos, conceptuales y metodológicos, fortaleciendo y valorizando el tema. Invito a todos a conocer el documento y el sitio (disponible en español) http://ideiasnamesa.unb.br/index.php?r=site/index&language=es

Gabriela Laura Cespedes comunidad colla QUEYUNP, Argentina
23.07.2014
Gabriela Laura

Hola!! en la educacion nutricional el rol de la agricultura familiar es de vital importancia como asi de sus actores, de politicas publicas eficaces. Hoy en dia en Argentina hay muchos agricultores familiares que todavia no cuentan con lo basico de la agricultura familiar que es el acceso al territorio, como asi tambien las comunidades de pueblos originarios.

El pueblo originario colla en Argentina es la gran productora en alimentos frescos, nutritivos.Nuestro pueblo a resistido a diferentes cambios politicos, economicos, sociales, etc. a pesar de ello sigue resistiendo trabajando en el campo, pero se ve la emigracion de los jovenes del campo a la ciudad es una situacion alarmante que viven los jovenes en el campo ya que solo van quedando gente mayor y cada vez menos.

Desde nuestra organizacion se esta impulsando la alimentacion sana a travez de proyectos productivos, educacionales que permite mayor concientizacion en la sociedad.

 

Milagros Marcia Velásquez Ramírez INTA, Universidad de Chile, Chile
23.07.2014

La Educación alimentaria ha sufrido una transición    

Importante impartir educación a alimentaria nutricional a los agricultores para fomentar las buenas prácticas agrícolas que aseguran una producción de calidad nutricional. Fomentar las buenas prácticas de producción sin tóxicos y interés lucrativos.

Los agricultores familiares que utilizan una producción tradicional, son conscientes del daño que se le causa al medio ambiente,  el uso excesivo de insumos químicos; los productos son  más  sanos y saludables.

Es imperativo mencionar que las micro y pequeñas empresas constituyen componente fundamental para el crecimiento económico, la creación de empleos en Chile.  Varios estudios han señalado que hay predominio de las microempresas familiares (83,3%), lo que concuerda con Kets de Vries (2001), quien señala que el 80% de las microempresas existentes son del tipo familiar y también con los resultados obtenidos por Cardemil (2004), quien agrega que las microempresas familiares están representadas en un 71,3%. Siendo que aun un gran porcentaje de los productores utilizan sus alimentos para el consumo familiar y que la comercialización de los productos agrícolas se realiza principalmente en forma individual sin la intervención de la empresa privada.

La coordinación entre instituciones solo se plasma en papel; en la realidad las educaciones se realizan en congresos y seminarios, se necesita que la educación se realice en el área producción.

Como lograremos garantizar una nutrición sana, óptima y sobre todo inocua, si los escenarios han cambiado según los gobiernos quienes presentan modelos salud de acuerdo a su interés político sin garantizar la nutrición y salud de la población a través del tiempo.

Se ha impartido información y educación sobre una alimentación saludable, siendo que la empresa privada ha suplantado los hábitos y estilos alimentarios de la población con el bombardeo de alimentos chatarra y la alimentación tradicional ha quedado en el pasado, porque solo se ha realizado educación sin obtener cambios porque no se ha trabajo a través del tiempo garantizando una educación nutricional.

Debemos reforzar el desarrollo de la agricultura familiar de esta forma contribuyéremos a garantizar la adquisición de unos hábitos dietéticos saludables y sostenibles.

Saludos

Milagros Marcia Velásquez Ramírez

Magister en Salud Pública y Nutrición

INTA. Universidad de Chile

 

21.07.2014
Maria de La Concepcíon

Estimados,

Es de grande importância implementar programas de Educación Nutricional para las famílias que vivem y trabajan en áreas rurales y que participan de programas que las “certifica” para poder vender frutas, verduras y legumbres orgânicos para cooperativas  o a veces diretamente para supermercados de ciudades cercanas.

Participo de esos trabajos enseñando las Buenas Prácticas de Higiene en la Manipulación de Alimentos tanto para los agricultores comopara los colaboradores que trabajan em los establecimentos que compram esos alimentos para la venta.

Es una oportunidad, un desafio y una necessidad enseñar para los agricultores familiares el concepto de que los alimentos  son la fuente principal de elementos nutritivos para el organismo pero que también pueden ser fuentes de contaminantes!

También me preocupo en investigar que “recetas” usan, já que es fundamental preservar las tradiciones. Por ser São Paulo una província que atrai diversos migrantes de todo el pais es uma gran alegria ajuda-los a valorar lo que aprendieron en su región de origen.

Como hay una gran propaganda de los fast-foods, jovenes agricultores quieren conocer, comprar y consumir, cada vez mas, alimentos industrializados y en contraste las personas que viven em la ciudad buscan cada vez mas los alimentos orgânicos.

Para beneficiar la alimentación y nutrición de la población, tenemos que ampliar nuestra participación en todos los niveles, principalmente en las areas rurales.

Nélyda Coaquira Turpo Ministerio de Salud, Peru
21.07.2014

Buenas tardes amigos de la REd ICEAN. Soy Nutricionista y trabajo como Responsable de la Estrategia Sanitaria de Nutrición del Ministerio de Salud en la Provincia de Andahuaylas.

Comentarios sobre la temática en cuestión.

¿Cuáles son los programas nacionales y regionales existentes para mejorar la calidad de la alimentación y la diversidad de la dieta de las familias agricultoras?

En el Perú a nivel nacional solo existen 01 programa estratégico “Articulado Nutricional” que está a cargo del Ministerio de Salud, donde se realiza la educación alimentaria a través de Sesiones demostrativas de preparación de alimentos, Talleres grupales, Charlas informativas y  Consejerías personalizadas pero no es exclusivo para las familias agricultoras sino para las familias en general que se encuentran en zonas pobres y extremadamente pobres. Sin embargo existen  programas nacionales sociales que fortalecen la nutrición de los niños pre escolares y escolares como Cuna Mas, Qali Warma que están a cargo del Ministerio de Inclusión Social.

A nivel regional si existen escasos programas productivos donde se incorpora el componente de educación alimentaria que generalmente son propiciados por las ONGs y los gobiernos regionales con la asistencia técnica de la  Cooperación Internacional como la FAO y el PMA.

A.      ¿Cuáles son las estrategias educativas y de comunicación que se han utilizado en estos programas?

 Sesiones demostrativas de preparación de alimentos, Talleres grupales, Charlas informativas y  Consejerías personalizadas, Ferias informativas y concursos gastronómicos.

B.      ¿Cuáles son las principales barreras y buenas prácticas que se han identificado? 

·         Escasos profesionales de nutrición que son considerados como facilitadores, monitores y evaluadores en el fortalecimiento de capacidades a otros profesionales de la salud.

·         Escasos conocimientos de los lineamientos de nutrición materno - infantil por parte de los educadores.

·         Ausencia de la participación de los padres a las sesiones educativas, ya que generalmente son las madres las que acuden.

·         Escasa articulación de los sectores a nivel local y regional para sumar esfuerzos y optimizar los presupuestos.

·         Con respecto a las buenas prácticas, se han dado cuando la comunidad se ha organizado y ha considerado en su Plan de Desarrollo Comunal actividades educativas alimentarias nutricionales.

C.       Qué otras estrategias tendrían potencial?

Las actividades educativas realizadas por sus pares.

¿Cómo puede la educación nutricional aumentar la demanda de productos locales de alto valor nutricional que provengan de la agricultura familiar; contribuyendo así, al rescate de alimentos tradicionales nutritivos y a la mejora de la diversidad de la dieta de la población?

Fortaleciendo las capacidades a través de un conjunto de acciones comunicacionales que promueven o modifican positivamente y de manera voluntaria los conocimientos, actitudes y prácticas para lograr una alimentación oportuna, suficiente y adecuada y todo con la finalidad de mejorar las prácticas de alimentación de la persona, familia y comunidad. En ese sentido  los alimentos andinos como: Quinua, Kiwicha, Tarwi y otros a la fecha tienen mucha demanda  en el mercado local, nacional y hasta el extranjero, son una valiosa oportunidad para realizar esta actividad.

La estrategia comunicacional más efectiva es la consejería nutricional que si se destinara presupuesto y las personas idóneas para sistematizar las experiencias, creo que estaríamos en condiciones de presentar los resultados en este FORUM.

La principal barrera es la politización de los programas, reorientando a otros fines el buen porcentaje del presupuesto asignado a  estas actividades.

Ms. Charity Musembi National Commission for Science, Technology and Innovation / ...
21.07.2014
Charity

Discussion on ‘Nutrition education as a strategy to strengthen family farming households and improve people’s diets.’

Charity N. Musembi: National Commission for Science, Technology and innovation / University of Nairobi, Kenya

There is an urgent need to improve the dietary quality and dietary diversity of households especially in the sub-Saharan countries; where levels of malnutrition are at an all time high. Community/home/ school gardening, where a variety of vegetables and small livestock are raised is one of the most promising strategies in dealing with micronutrient malnutrition.

I visited a community garden in Bangkok recently (courtesy of ISPC / CGIAR and AVRDC). ‘Eighty poor families have come together and rented approximately half acre piece of land from the government, where they grow a variety of vegetables, trees and keep chicken, ducks, fish and pigs. The community also has a groceries’ shop.  Members get goods from the shop or from the farm by exchanging with collected garbage. They collect garbage, organic kitchen waste, papers, plastics etc. The organic waste is used to feed the livestock and fish. It is also used to prepare compost and liquid fertilizer after addition of molasses for the farm. The inorganic waste is sorted and sold to recycling companies. The money is used to buy goods for the shop.

The members exchange the garbage with food items from the farm or groceries from the shop. When visited by well wishers, the community accepts only material gifts e.g. seeds, not money. They have set aside a space with a shelf full of books where children come and read. They also make handicrafts which they sell to restock the shop or give to visitors as gifts.’  This is a glimpse of how innovative ideas can transform a community. For this community; there is improvement on their diet quality and dietary diversity; biodiversity and environmental conservation and social wellbeing.

We need governments, NGOs, International Organizations and all stakeholders to campaign for home/community/school gardening with the same zeal the war against AIDS pandemic has been won. Home gardening concept is not new, it has been around for more than fifty years. However, the evidence that these programs contribute to nutritional, educational and economic outcomes is not well documented and largely unreliable. What we need is to reinforce the concept and seal the gaps. In Kenya and probably in other many countries, only a very small segment of the stakeholders is really involved in tackling malnutrition. To change this, adequate resources should be availed and policies enacted.  These include:

Resources to be provided: Seeds for a variety of vegetables and fruits especially traditional ones, extension services, simple drip irrigation systems, seed livestock, simple greenhouse building materials.

Organizations to be involved: Multilateral organizations, NGOs, governments, universities, health facilities, schools, private companies, research institutions, religious organizations etc.

People to be involved: Public servants, agricultural officers, researchers, farmers, school children, teachers, students, urban dwellers, religious leaders, local administration officers, the poor, the rich, mothers, fathers, senior citizens, the youth, famous personalities, workers and everybody, should be brought onboard.

Communication media to be used: Radio programs and advertisements, mobile phones text messages, bill boards messages, outdoor posters, television programs and advertisements, road show campaigns, sports competitions with nutrition messages, class lessons, seminars, community meetings, community agricultural shows, religious meetings, women groups meetings, facebook messages, tweeter messages etc.

Messages to be delivered: All messages should incorporate food items which the local communities can identify with and protection of traditional foods and knowledge should be encouraged. The messages should be related to: best farming practices, nutritional composition of different food items, dietary needs of specific categories of household members, importance of quality diets, importance of diet diversification, dangers of poor diets, correct infant and young child feeding practices, short-term and long-term effects of malnutrition on the economy, different recipes, importance of involvement of all family members, economic value of agricultural products, etc.

Policies that can assist: Urban areas must provide space for community gardens, rural families must have gardens with a variety of vegetables, fruits and small animals, right of farmers to extension services and seed materials, all schools to have gardens with a variety of vegetables, fruits and small animals, schools to have nutrition lessons e.t.c.

If we all tried and gave nutrition education and communication the focus it deserves, then the mind-recall-message for everyone would be, “……what I eat matters a lot and it will affect future generations…..’ Only then would we possibly see real improvement in dietary quality and dietary diversity of households.

Eileen Omosa University of Alberta, and Centre for Basic Research & Networking Africa, ...
18.07.2014
Eileen

Nutrition education to strengthen family farming and improve people’s diets

 Thanks for introducing and facilitation of discussions on pertinent issues of family farming and people’s diets and nutrition. My contributions, narrated as a personal experience focuses on three issues, i.e., communication strategies, constraints, and future focus:

 

Communication strategies:

I will share my experience from Kenya (rural) where I was brought up. I recall the 1970s, 1980s and part of 1990s with nostalgia. The home science classes were introduced and taught at lower levels in school, and the focus was on the three main food groups - energy foods, Vitamins and minerals. Examples were drawn from foods grown in the particular locality where the school was situated. Such a focus helped to demystify the jargon of food groups to locally available foods. My home area was full of bananas, maize, guavas, livestock, chickens, mangoes, berries, sugarcane, potatoes, etc. from which teachers pulled examples of foods into the three food groups. Schools by the lake-side gave examples to include fish and other water-based foods.

 

The school curricular included displays and competition through theater and drama, music and poems. Through the activities, students and people from local communities (audience) shared and received information which linked food crops on family farms to nutritional needs of family as infants, children, youth, mothers, and seniors.

 

Inter-school competitions and exchanges exposed students to information on alternative foods available in other localities. Other parts of the school curricular such as history and geography helped students learn from a young age of the different types of climatic conditions that support the growth of different types of crops. Parents received information on foods through pre and post–natal clinics. Once again, mothers to be were advised on foods based on what is available in their particular locality or family farms, rather than what is available in the larger market.

 

Shared market-days exist to date in both rural and urban areas and people travel from near and far to sell and purchase foods. Interactions of people from different parts of the country avails different foods and becomes a channel through which individuals get to ask questions and learn on different foods. To date, my visits to urban grocery stores remain a learning process: I get asked by other customers what I do with some of the `strange’ vegetables in my shopping cart. I too ask how they cook a particular food and its goodness. Over time I have added new foods to my menu; partly because my traditional foods are rare or very expensive (in my current location), and as I interact with people from other parts of the world and learn of the nutritional value of their foods.

 

Education, education, and education: We are always learning; while at the family table where children ask endless questions on `why they should consume foods, meaning vegetables’ that they do not like. Within our families where Mum insists that we must cultivate some traditional vegetables for consumption, and in the process we learn not only on the value of different foods, but how to cultivate, harvest, cook and consume them. The knowledge gained from the family setting and school follows us into adulthood as we eat in hotels, restaurants and prepare meals in our kitchens. Equipped with valuable knowledge on foods, I am well-placed to sieve information in the media advertisements of foods and drinks. Once individuals develop this basis sense of ‘good food’, they are less likely to sell their chicken and bananas to purchase bread and soda for their children.

 

At the regional and national levels are specific government, NGO and other development agency supported programs with a focus on foods and nutrition. For example, agricultural extension officers share knowledge on all aspects of farming to include crop cultivation, value adding, consumption and marketing. Research also tends to focus on the nutritional value of locally grown foods, etc.

 

Constraints:

My contributions here relate to access to education, media, and purchasing power of families. At some point, the school curriculum changed into a more national and international institution, whereby students are being prepared to fit in as national and international citizens. So did the knowledge imparted and information shared on foods, diets and nutrition. For example, school text-books at my rural home will be found to contain apples as an example of fruits, yet, no apple grows in my home area.  Young people end up losing knowledge of locally grown and available foods as they acquire knowledge on news foods that they will struggle to obtain (access and afford) later on in life.

 

Today’s availability and access to information and communication channels, including social media has exposed both the young and old to information than never before. Do individuals and families accessing the information have capacity to differentiate foods being advertised mainly as a market item for profit, from food items for nutrition? Goes back to the level and strength of internalized foods and nutritional values at a younger age – those will less knowledge and skills will be easy to sway to advertised foods, some whose nutritional value is not readily available to them.

 

Future strategies/focus:

1.       More emphasis on locally grown and available foods through the educational system, government-focused and NGO programs on food and well-being.

2.       Emphasis through the school system on the different climatic conditions and linkages to specific foods, diets, and nutrition, i.e., if there are no apples in your locality, it does not mean you lack access to nutritious fruits. Eat local.

3.       Provision of infrastructure, for example the construction of roads to enable timely transportation of fresh foods from farms in rural areas to consumers in urban centers.

4.       Encourage the private sector to process, add value, package and sell locally produced foods.

5.       Collaboration with the private sector in the advertisement and campaigns to encourage rural families to consume traditional foods or locally available foods.

6.       Encourage `middle class’ families to consume traditional foods – the standards they set in terms of nutrition, dress, mannerisms, etc. have been found to set standards that rural families or the poor in urban centers will strive to achieve.

7.       Encourage rural and urban families to facilitate ‘family-meal-times’ – one way for young people to acquire skills on the cultivation and preparation of particular foods, and less reliance on the purchase of prepared foods, whose nutritional content they lack knowledge.

 

Nutrition education through family farming is a process; it is complicated, but achievable: Expose young people to food seeds, to food cultivation processes (can be achieved growing two seeds in a tin), to food harvesting and cooking techniques. Such knowledge will be everlasting, and will be the beginning of better diets and better nutrition.

 

Eileen Omosa

 

eileenomosa.com

@iLeenGreen

Mr. Byron Jara FAO, Chile
18.07.2014
Byron

Comentario del facilidador

Estimados contribuyentes al foro.

En primer lugar le agradezco la contribución a cada uno de ustedes a la discusión abierta sobre la educación nutricional como estrategia para: a) fortalecer a los agricultores familiares y b) beneficiar la nutrición y alimentación de la población en general.

Todas las contribuciones han sido enriquecedoras para ampliar el conocimiento sobre la importancia de la nutrición en nuestra población y en especial en los agricultores familiares. En este último punto voy a profundizar más. A nivel mundial, se ha reconocido la relevancia de la agricultura familiar en el complejo contexto actual de alza y volatilidad de precios de los alimentos, lo que llevó a las Naciones Unidas a declarar el año 2014 como Año Internacional de la Agricultura Familiar. FAO ha asumido el mandato de posicionar a la agricultura familiar en el lugar que le corresponde, como una de las principales herramientas para erradicar el hambre y la pobreza. Junto con los países, hemos construido un Marco Estratégico de Cooperación de la FAO en agricultura familiar en la región de América Latina y el Caribe, una de cuyas acciones dice relación con el intercambio de experiencias entre los países, mayor información la pueden encontrar en los siguientes enlaces:

http://www.fao.org/americas/noticias/ver/es/c/231844/

http://www.fao.org/about/meetings/larc33/es/

A pesar de los grandes avances que existen en la región de América Latina y el Caribe para fortalecer a la Agricultura Familiar es necesario recordar que han existido debilidades en mostrar el importante rol (en algunos casos triple rol) que juegan los agricultores en la alimentación de sus propias familias, pues a diferencia de mucho de nosotros los agricultores familiares cumplen los siguientes roles: a) productores de alimentos, son quienes efectivamente aportan con la oferta de alimentos al mundo, b) alimentadores, en todos los hogares rurales, agrícolas, ganaderos, hogares de pescadores y pastores, los agricultores y las agricultoras regresan después de las labores productivas a cumplir el rol de preparar los alimentos para nutrir a sus hogares y c) alimentados como todos los seres humanos, los y las agricultores familiares se alimentan, en la mayoría de los casos de su propia producción.

Entendiendo este triple rol que juegan los agricultores familiares es importante centrar la discusión en la importancia que juega la educación nutricional a las y los agricultores familiares, pues la seguridad alimentaria de sus hogares depende en gran medida de la producción de los alimentos y en la disponibilidad de los alimentos al momento de nutrirse.

Para reforzar el punto mencionado anteriormente mencionaré que la FAO ha analizado las distintas definiciones de la Agricultura Familiar. El análisis de estas definiciones permitió dar cuenta de una gran diversidad entre ellas, ya sea por la cantidad de variables consideradas, como por la dimensión cuantitativa de las mismas, haciendo prácticamente imposible su comparación. Sin embargo, se detectó la existencia de los siguientes elementos comunes en las diversas conceptualizaciones de la agricultura familiar:

a. En las explotaciones predomina el trabajo familiar.

b. La administración de la unidad económico-productiva se le adjudica a la/el jefa/e de hogar.

c. El tamaño de la explotación y/o de la producción es un factor determinante para su clasificación.

Cabe destacar que las dinámicas propias de cada país ocasionan que estos elementos tengan diferentes pesos relativos sobre el sector y, por lo tanto, impacten de distinta manera sobre las posibilidades de promover el sostenimiento comercial y sociocultural de la agricultura familiar.

Mayor información la pueden encontrar en esta publicación:  http://www.fao.org/docrep/019/i3788s/i3788s.pdf

Tomando en cuenta esos elemento comunes se puede mencionar que en algunos países de la región y porque no decir en la mayoría de países del mundo, los agricultores familiares pueden encontrarse en un rol de vulnerabilidad tanto de desarrollo económico como de desarrollo humano, en especial en el aspecto nutricional, que es el tema que nos convoca en este caso.

Sería importante conocer las distintas alternativas que se conocen para fortalecer la educación nutricional a esta importante población mundial conformada por los agricultores familiares.

Finalizo compartiéndoles un importante video sobre la importancia de la celebración del Año Internacional de la Agricultura Familiar, disponible en varios idiomas

§  Spanish: http://youtu.be/A4ttgshZXmY

§  Portuguese: http://youtu.be/wDB2wgB2tr8

§  French: http://youtu.be/PZgvAPZbYbY

§  English: http://youtu.be/UPc_NArsO-Q

Muchas gracias nuevamente por sus aportes enriquecedores.

Ms. Laura Dawson Food Physics & Body Dynamics, États-Unis d'Amérique
18.07.2014
Laura

1.      What are the existing national and regional programs which aim to improve the dietary quality and dietary diversity of farming families?

In response, my region is in the Mid-Atlantic region of the USA, where formerly major financial stability relied on tobacco crop, more so than on crops of vegetables and fruit.

Our local University here in North Carolina, has been very aggressive and progressive in a shift toward more and better access to locally grown foods. Dr. Leslie Hossfeld, has led actions to generate connections between the farmer and the families who enjoy their food in various methods.

a.       What educational and communication strategies have been used in these programs?

Annually, meetings are held at the University for farmers to share their best methods of production, challenges, and of course some of their fresh produce, meats and fish. Meals are prepared for member attending the public meetings, and all can partake of the food. It is a chance to introduce the farmers and the consumers to one another in support of the US Department of Agriculture’s recent campaign, “Know your farmer, know your food”.

b.       What main constraints and best practices have been identified?

Dr. Hossfeld’s students and other staff members at the University have created a Community Supported Agriculture (CSA), meaning to develop relationship between the farmers and the communities that consumer their foods.

One of the services is an agreement by the consumer to provide ‘seed money’ for the farmer to plant and cultivate.  At the harvest period a basket of freshly harvested foods is provided to the consumer who paid in advance with seed money.

The second major strategy has been to create an online shopping market to buy the fresh produce using the internet and bank cards to pay.  The harvested produce is taking to a community central site where packers place each shoppers selected foods into a bag to be taken to a pickup site within the community that has been designated for regular weekly shoppers to collect their food that has been paid for online.

c.       What other strategies have potential?

Recently this University guided group has begun to market online and via telephone calls to local restaurants that advertise farm fresh local foods are being used to prepare the best meals.

There is also a push to place a community open garden in a low-income district and help to supervise the process.

Sometimes, however there is far less impetus to ‘grow their own foods’ as to buy it already for use in the kitchen.

2.      How can nutrition education increase the demand for local family farming produce with high nutritional value, and thus contribute to improving dietary diversity and to protecting traditional foods and the local food culture?

During my master’s education, I studied both western allopathic medicine and traditional oriental medicine. It became apparent to me many of the diseases experienced by my patients while interning and in practice, later responded well to changes in their nutritional intake, in fact, almost more so.  Although the acupuncture, when added to a healthier lifestyle, particularly in food selection, was exceptionally successful. In my practice, I have treated patients suffering from cancer, auto-immune diseases, Chronic Fatigue Syndrome, headache, Type 2 diabetes, organ removals, infertility, and gastrointestinal dysfunction, using not only acupuncture, nutrition counseling and education to improve quality of life and wellness, exponentially.

a.       What are the existing programs in the region in this respect?

Currently, this is where in my mind there is a short coming in resources and outreach. The nutritional education model that was my master’s thesis, ‘Food Physics & Body Dynamics®’ takes a new, fun route to teach people how to choose foods that will address their own unique needs; needs that are based on activity level, age, metabolic characteristics, climate and geography, and takes into consideration what foods are available to meet the need to be nourished.

b.       What main constraints and best practices can you identify?

The ‘Food Physics & Body Dynamics®’ model has been certified to provide continuing education credits to MD, RN, Acupuncturist, Chiropractors, and other health care professionals to meet their continuing education requirements in the field of nutrition. If fact, in the year 2000, it became essential for all healthcare professionals to obtain nutritional education. There is some debate over how many credits will be necessary.

Yet for the most part, old facts which have become outdated for a multitude of reasons and the methods being used to teach nutrition education that may not be effective for each individual and their unique body constitution.

c.       What other strategies have potential?

One of my primary goals is to teach the ‘FOOD PHYSICS & BODY DYNAMICS®’ throughout the United States and Internationally in order to reduce both the Under 5 Mortality Rate and the Maternal Mortality Rate, for mother and child after a successful pregnancy and delivery. Nutrition if an essential, yet appears to be secondary, tool in the fight to save more lives at birth, taking them into their youth and through maturity.

‘FOOD PHYSICS & BODY DYNAMICS®’ is simple yet profound in its elemental style. Using an understanding of each person’s wellness as viewed on a tongue can reveal which color and flavor of foods will be most beneficial to provide energy and retain wellness at the same time. This is a time tested method, used in oriental medicine and daily life over 4,000 years. The model that I developed to teach these principles has been certified by the National Certification Commission for Acupuncture and Oriental Medicine in the USA.

Teaching nutrition in a usable method across all ages and education levels, is my strategy to reduce malnutrition with knowledge, leading to interest and desire to recognize the value of whole, fresh foods, meat, and fish. This in due process will develop more jobs in agriculture, aquaculture, research, and reduce the cost of ~3.5 trillion dollars lost to malnutrition annually.

May you and yours…Be In Good Health,

Laura L. Dawson, MAOM, Dipl.Ac.