10/11/09: O Secretário Executivo da CPLP, Eng. Domingos Simões Pereira, informa que será realizado o III Simpósio de Segurança Alimentar no âmbito da CPLP na Guiné Bissau com o tema "Segurança alimentar e Desenvolvimento Sustentável"
Em reunião tida com as Organizações da Sociedade Civil, a comissão organizadora deste Simpósio solicitou que as OSCs interessadas em participarem neste Simpósio através de comunicações durante o mesmo, deverão manifestar o seu interesse até ao dia 15 de Novembro de 2009 junto do Sr. Augusto Bock (INEP) ou do Dr. Hipólito Djata (MADR).
Veja nota informativa sobre o Simpósio
10/11/09: O programa Changemakers da Ashoka está realizando junto com a GAIN (Global Alliance for Improved Nutrition) o Desafio Nutrição de qualidade: soluções inovadoras para identificar projetos que apresentem formas criativas e inovadores de abordar o tema da nutrição. A proposta do Desafio é estimular inovações no setor e promover uma ampla divulgação de práticas de referência. Organizações internacionais, organizações sociais, governos e empresas estão convidados a se juntar a essa comunidade Global online de inovadores e empreendedores que pensam em soluções para a desnutrição no mundo. O Desafio possui 3 etapas: - Período de inscrição de iniciativas: até dia 25 de novembro.
- Período de Votação Online: internautas podem votar entre os 7-15 finalistas selecionados por um Júri Internacional: de 25 de janeiro a 8 de fevereiro;
- Anúncio dos Vencedores: os 3 mais votados recebem um apoio financeiro de US$5mil:17 de fevereiro.
Mais informações

09/11/09: O Instituto Superior de Engenharia da Universidade do Algarve realizará no dia 28 de novembro de 2009 o evento "Cozinha solar: casos práticos, educação ambiental, segurança alimentar e campo de teste de aldeia solar."
A cozinha solar conhecida há muitas décadas, mas utilizadas por um número restrito de pessoas, assume-se sem sombra de dúvida como um pilar importante que urge dar importância em regiões com elevado potencial de radiação solar de que é exemplo o sul da península ibérica.
Maiores informações e inscrição

04/11/09: O Governo moçambicano necessita de aproximadamente sete milhões de euros para adquirir 14 mil toneladas de alimentos e assistir 177 mil pessoas em situação de insegurança alimentar nas zonas áridas e semi-áridas do sul de Moçambique. O director-geral do Instituo Nacional de Gestão de Calamidade (INGC), João Ribeiro, disse hoje, quarta-feira, que actualmente existem 177 mil pessoas a passar fome no país devido à seca.
Leia íntegra da matéria


04/11/09 (Portal do meio ambiente): Antonio Diniz, José Abel da Silva e Elizio Saturnino da Silva moram no Alto Sertão da Paraíba, região com pouca água e muitas necessidades. Em suas pequenas propriedades familiares, no entanto, a situação é bem diferente. Por onde olham, há fartura e organização. Os três passearam felizes da vida na Biofach 2009, que termina no fim de semana, em São Paulo, observando o crescente mercado da agricultura orgânica e da agroecologia.
"Isso aqui é uma maravilha", diz Elizio da Silva, da Serra do Mocó. Os três integram o sistema Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (PAIS), uma tecnologia social desenvolvida pelo Sebrae e parceiros, que reúne técnicas simples de produção agroecológica e de promoção do desenvolvimento sustentável. Funciona com um galinheiro no centro, uma horta ao redor, um quintal agroecológico e um sistema de irrigação por gotejamento.
"Antigamente eu trabalhava só na pesca e vivia no meio do mundo. Hoje eu vivo mais perto da minha família e posso cuidar da minha propriedade. Agora tambémcomemos melhor e o que sobra complementa a renda com os peixes que eu pego", diz José Abel da Silva, de Sumé. Orgulhoso, ele afirma ter tirado da terra recentemente um pé de alface com mais de 1,1 quilo de peso.
Elizio também é só elogios ao projeto. Segundo ele, não há desperdício, já que as verduras não aproveitadas vão para as galinhas e o esterco delas vai para a horta. "Falta agora um poço artesiano. Tenho apenas um pequeno poço, mas a água é insuficiente para tudo".
O Sebrae já investiu no projeto cerca de R$ 20 milhões em 7 mil unidades de produção. Como o da Paraíba, onde o Sebrae estadual está investindo cerca de R$ 1,8 milhão, há casos exitosos em todo o País. No interior do Amazonas, por exemplo, sargentos do exército estão ensinando moradores a plantar alface, coentro, cebolinha, pimentão e couve-flor e a formar a produção agroecológica integrada.
No Rio de Janeiro, a Petrobras e a Fundação Banco do Brasil lançaram o programa em março com o objetivo de implantar 200 PAIS em municípios próximos ao Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, em construção em Itaboraí.
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03/11/09: "Pelo menos 90% do território paraibano passa pelo processo de desertificação", alertou o professor Bartolomeu Israel Souza, professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).
Um dos principais problemas ocasionados pela desertificação é o aumento das perdas econômicas, consequentemente, a população das cidades se torna mais pobre devido ao êxodo provocado pela aridez da zona rural. José Roberto de Lima, coordenador do Programa de Ação Nacional de Combate a Desertificação e Mitigação das Secas, destacou a perda da biodiversidade em consequência das mudanças climáticas como característica básica para formação de desertos.
"No Brasil, são afetados pela desertificação 1.482 municípios, onde vivem mais de 32 milhões de pessoas", concluiu.
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03/11/09 (Estadão): Quando o cacique Almir Surui acessou o Google Earth pela primeira vez, em um cibercafé, fez aquilo que quase todos fazemos: procurou sua própria casa. No caso, a reserva indígena 7 de Setembro, que ocupa cerca de 250 mil hectares entre os Estados de Rondônia e Mato Grosso; é lá onde vive a tribo que lidera, os Pater Surui. Espantou-se, de cara, com o que via na tela. Onde foram parar todas as árvores? Apesar de já há anos lutar contra as madeireiras ilegais da região, a visão de cima o chocou. Só via a mancha marrom do desmatamento, que, no ano passado, comeu da Amazônia o equivalente à metade do teritório do Estado de Sergipe. Com o susto, porém, veio a ideia. “Senti que estava em um mundo novo, que podia transmitir a consciência do meu povo para todos. Aquela tecnologia, que leva você de um canto para outro sem sair do lugar, reduzia dias de caminhada a apenas alguns segundos. Era algo diferente. Fazia sonhar e planejar ações”, conta o cacique, fascinado, em entrevista ao Link.
E Almir sonhou alto, mesmo. Depois de se articular com a ONG Equipe de Conservação da Amazônia (ACT), decidiu que iria para São Francisco, nos Estados Unidos, e procuraria o Google. Queria mostrar ao mundo, por meio da web, o descaso do poder público com a preservação das terras indígenas e da Amazônia. E não é que a empresa comprou o projeto? Com a parceria com o Google Earth Outreach, a divisão filantrópica da companhia, os surui receberam computadores, smartphones (equipados com o sistema Android) e aparelhos de GPS para que pudessem, eles mesmos, colocar os seus costumes no mapa. A ideia é que, assim que identificarem um foco de retirada ilegal de madeira na região, os índios já subam fotos e vídeos no YouTube que serão agregados ao Google Earth e ficarão disponíveis para que todos acompanhem. “Os mapas online também permitem que se conheça melhor o território indígena, com marcadores com informações sobre quais os lugares em que os surui caçam, pescam e seus pontos sagrados. Isso é importante para a preservação da tradição”, defende Vasco van Roosmalen, diretor da ACT Brasil. “A parceria serviu para que os surui usassem a tecnologia para dar visibilidade a seus problemas e para monitorar o que acontecia em seu território”, explica o cacique Almir, que, na semana passada, foi homenageado pelo projeto Google Earth Heroes, que incentiva organizações que usam a ferramenta para o ativismo socioambiental. Para a cineasta Denise Zmekhol, o Google Earth é uma “ferramenta poderosa” para esse tipo de grupo, pois “as pessoas só entendem a gravidade do desmatamento quando o veem de cima”. Autora do minidocumentá rio Trocando Arcos e Flechas por Laptops (disponível no YouTube), que retrata a saga dos índios com o Google, Denise diz que a transição tecnológica é radical para os surui. “A tribo saiu da idade da pedra e deu no mundo digital em 40 anos”, brinca, já que o primeiro contato deles com o homem branco data de 1969. Se o sociólogo Marshal McLuhan profetizava, nos mesmos anos 60, que a tecnologia reduziria distâncias e interligaria pessoas com interesses semelhantes, esse conceito parece ter se concretizado apenas no novo milênio. Com a web, o mundo virou uma enorme aldeia, da qual até uma tribo, antes isolada, faz parte.


03/11/09: De 15 a 17 de novembro, Salvador sediará o 1º Seminário sobre Experiências Iberoamericanas de Políticas Públicas de Promoção da Igualdade Étnico-Racial. O evento, que é uma realização da Secretaria Geral Iberoamericana (Segib), reunirá representações de 22 países e tem o apoio da Prefeitura de Salvador, cidade escolhida pela característica singular de sua composição étnica, formada majoritariamente por afrodescendentes. A abertura do seminário está prevista para acontecer na antiga Escola de Medicina da Universidade Federal da Bahia, no Centro Histórico.
Na manhã desta sexta-feira (9), na capital baiana, o diretor geral do Escritório em Brasília, Agustín Espinosa, participou de uma reunião com o chefe do Gabinete do Prefeito, Leonel Leal, e com o secretário de Reparação Municipal, Ailton Ferreira, além de representantes dos governos federal e estadual e do Fundo das Nações Unidas para Mulheres (Unifem). O objetivo do encontro foi discutir as estratégias de organização do seminário, que contará com representações oficiais e entidades ligadas à promoção étnica dos países de língua portuguesa e espanhola da América Latina, além de Portugal e Espanha, onde fica localizada a sede da Segib.
Segundo Espinosa, a meta do encontro é promover a troca de experiências entre os países iberoamericanos, Portugal e Espanha em relação às políticas voltadas à promoção étnico-racial. O resultado das discussões será apresentado, em dezembro deste ano, na Cúpula da Segib em Estoril (Portugal). Ailton Ferreira e Leonel Leal garantiram todo apoio da Prefeitura do Salvador para a realização do evento, o principal do gênero a ser realizado pela Segip no país. "O prefeito João Henrique nos pediu todo o empenho para garantir o sucesso do evento, que aborda um tema no qual Salvador já é referência para o país", afirmou Ferreira.


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