Fundo Fiduciário de Solidariedade Africana
Fundo Fiduciário de Solidariedade Africana

Enfoque temático

Os Objetivos de desenvolvimento sustentável e a Agenda 2063 da África definem o contexto em que a FAO colabora com seus parceiros para avançar as prioridades de desenvolvimento da África nas próximas décadas.

O Fundo foi oficialmente lançado durante a 38ª Sessão da Conferência da FAO, em junho de 2013, com um financiamento total de mais de US$ 40 milhões, sendo US$ 30 milhões da Guiné Equatorial, US$ 10 milhões de Angola e uma contribuição simbólica de um grupo de organizações da sociedade civil da República do Congo.

Até 2017, o ASTF havia apoiado 18 projetos implementados em 41 países africanos, em diversas áreas de trabalho. A avaliação do ASTF mostrou que esses projetos beneficiaram milhares de habitantes rurais na África.

Governança

O Fundo é administrado pelo Comitê Diretor e pela Assembléia do Fundo. Esses dois órgãos decidem sobre as prioridades e aprovam as atividades propostas, com base em um conjunto de critérios. A implementação das atividades financiadas é coordenada e dirigida pela Unidade de Gestão de Programas. A Assembléia do Fundo funciona como um fórum consultivo, onde os membros compartilham informações sobre realizações, lições aprendidas e questões emergentes a fim de assessorar o Comitê Diretor sobre o futuro desenvolvimento do Fundo.

A nova fase da ASTF – ampliação das parcerias

O ASTF, dotado de novos recusos, procura agora expandir seu alcance, tanto em termos de volume como de escala do impacto, por meio de três componentes principais:

Ação acelerada e direcionada para apoiar a implementação dos ODS em nível de país, visando alcançar resultados coletivos em nível regional.


Reforço da cooperação para utilizar as soluções de desenvolvimento intra-África, promovendo a criação e disseminação de conhecimentos entre os Centros de Excelência da África.


Modalidades inovadoras de financiamento, que incluem fluxos financeiros de países africanos e de parceiros da África, a saber:

  • Janela de Financiamento da África para a África – aproveitando as lições da primeira fase, com reforço das contribuições africanas;
  • e Janela de Financiamento dos Parceiros da África. Esta última promove o conceito de “Amigos da África”, permitindo contribuições de parceiros de desenvolvimento, tais como parceiros financiadores bilaterais e multilaterais, bem como parcerias com o setor privado e outros provedores de capital.

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