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Haití recibe la visita de expertos brasileños para continuar con el proyecto de biofortificación de alimentos
Fecha de publicación:17/06/2014
País: Haití

Luiz de Carvalho e Marília Nutti, estiveram em junho, no Haiti, para dar continuidade aos avanços da Rede Biofort  no país. Eles contaram ainda com a companhia da pesquisadora Carolina González, do Centro Internacional de Agricultura Tropical (Ciat). A visita serviu para estreitar os laços com os futuros parceiros das atividades a serem desenvolvidas nas regiões rurais. Organizações Não-Governamentais como a Catholic Relief Services (CRS), a Organização para a Reabilitação do Ambiente (ORE) e a Chibas (Centro de Pesquisa em Bioenergia e Agricultura Sustentável) participaram desse encontro, que também teve a presença da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).
   
O Haiti conta com o feijão comum biofortificado sendo plantado pela segunda vez e a expectativa é de que cultivares melhorados de batata-doce e mandioca também sejam repassados às ONGs, para pequenos produtores iniciarem o plantio dessas novas culturas. "O feijão está no seu segundo teste no país. Na primeira vez o resultado foi dentro do esperado, de forma positiva, apesar das dificuldades encontradas como infertilidade no solo, seca e estrutura elétrica ruim." Afirma José Luiz de Carvalho.
     
Os pesquisadores devem retornar ao Haiti antes do final do ano para a realização de um workshop, junto de parceiros canadenses do projeto Akosaa, com o objetivo de definir as metas a serem atingidas nos próximos anos no país.   

 A Rede Biofort é responsável por englobar todos os projetos de biofortificação de alimentos no Brasil, que atualmente são coordenados pela Embrapa. Através de parcerias, como as feitas com as instituições de pesquisas HarvestPlus e AgroSalud, financiadas pela Agência de Desenvolvimento Internacional do Canadá (Cida), pelo Departamento de Desenvolvimento Internacional do Reino Unido (Dfid) e também pela Fundação Bill e Melinda Gates, a Rede  utiliza melhoramento genético  convencional,  para selecionar e  aumentar o conteúdo de micronutrientes dos seguintes cultivares: arroz, feijão, batata-doce, mandioca, milho, feijão-caupi, abóbora e trigo. Novas culturas são geradas contendo maiores teores de pró-vitamina A, ferro e zinco, fortalecendo assim o combate à deficiência de micronutrientes no organismo humano, a popular fome oculta, que dentre as doenças provocadas, estão a anemia e a cegueira noturna.

Palabras clave: Haití, Brasil, Embrapa, alimentos, fortificación, producción
Publicado por: EMBRAPA (Brasil)