Programa de Cooperação Sul-Sul Brasil-FAO

Há 18 anos, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e o Governo do Brasil constroem, juntos, uma parceria que tem transformado a cooperação Sul-Sul, gerando resultados concretos e sustentáveis para a América Latina e o Caribe.

Iniciada em 2008, essa parceria histórica baseia-se no diálogo, no intercâmbio de conhecimentos, na aprendizagem mútua e na governança compartilhada, promovendo soluções adaptadas às realidades dos territórios e orientadas para o desenvolvimento sustentável.

Com presença em todos os países da região, fortalece redes de cooperação, gerando impactos duradouros e contribuindo para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

O Programa de Cooperação Sul-Sul Brasil–FAO tem contribuído para a transformação dos sistemas agroalimentares, a promoção de dietas saudáveis e a produção sustentável, por meio de inovações e da ampliação das capacidades técnicas e institucionais dos países parceiros, gerando melhores condições para setores como a agricultura familiar.

A trajetória dessa cooperação tem contribuído para o fortalecimento de políticas estruturantes, redes de trabalho e iniciativas voltadas à agricultura familiar, ao acesso à terra, à segurança alimentar, à alimentação escolar, ao abastecimento e à comercialização de alimentos, ao apoio a cadeias de valor estratégicas, como a do algodão, e à promoção de estratégias que melhoram a produção, a distribuição e o acesso a alimentos saudáveis, do campo às cidades.

A dimensão ambiental está incorporada às ações do Programa, enfrentando os desafios relacionados à mudança do clima, à gestão sustentável dos recursos naturais, às relações entre clima e alimentação e à inclusão de populações em situação de vulnerabilidade.

Implementada conjuntamente pela Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores (ABC/MRE) e pela FAO, essa parceria conta com pelo menos 13 instituições brasileiras cooperantes que compartilham políticas públicas bem-sucedidas, promovem o intercâmbio de boas práticas, fortalecem redes e espaços institucionais de diálogo sobre políticas públicas em âmbito regional e sub-regional, gerando benefícios mútuos entre os países do Sul Global.